Quero minha conversa de diagnóstico
Confiabilidade, Processos e Lean · com Pablo Barros

A operação quebra no elo mais fraco, e ele quase sempre está entre as áreas.

Um programa individual de seis meses, construído sobre a operação real, conduzido por Pablo Barros, engenheiro com mais de 26 anos como executivo e gestor de processos e pessoas na indústria, com carreira na Vale, ArcelorMittal, Alcoa, Ambev e Coca Cola e experiência internacional.

Para áreas de engenharia, operações e manutenção que trabalham em silos, e para o executivo que precisa transformar a área que lidera.

Lean Thinking para ligar engenharia de confiabilidade, processos e pessoas num só sistema de gestão de ativos.

8 encontros individuais de alta intensidadeConstruídos sobre os ativos, os processos e as pessoas reais.
Índice ELOMedição no início, ao final e 60 dias após o programa.

Uma conversa inicial para entender o seu momento, identificar o elo mais fraco e definir a trilha.

Pablo Barros
Pablo Barros14 anos de Vale | Experiência internacional na ArcelorMittal

Assista e entenda por que a operação quebra no elo mais fraco, e como a Mentoria ELO liga engenharia, processos e pessoas.

O elo mais fraco

Cada área melhora sozinha, e o risco fica sem dono na passagem de uma para a outra.

Engenharia cuida do ativo, operação cuida da produção e manutenção cuida do reparo, e mesmo assim a falha continua decidindo a agenda. O elo mais fraco quase nunca está dentro de uma área: está nas interfaces sem dono, onde as decisões ficam entre as áreas, a informação não chega e a falha de uma vira culpa da outra.

Se alguma destas situações descreve a sua operação, esta página foi escrita para você:

A falha decide a agenda, e cada área apaga o próprio incêndio.

Os riscos ficam sem dono, e a falha é explicada como culpa de outra área.

Entre engenharia, operação e manutenção, sobram espera, retrabalho e informação que não chega.

A mesma falha volta, porque a análise parou antes da causa raiz.

A manutenção segue o calendário, e não a condição e a criticidade do ativo.

A operação depende demais de esforço e de poucas pessoas, e as posições críticas não têm sucessor.

Quem conduz

Pablo Barros passou mais de 26 anos entre engenharia, operação e manutenção, do Porto Norte da Vale à confiabilidade da ArcelorMittal na Libéria.

Engenheiro, Pablo construiu a carreira na Vale, ArcelorMittal, Alcoa, Ambev e Coca Cola, em cadeiras de referência em confiabilidade, manutenção, operações e projetos. Na Vale, onde ficou 14 anos e passou de engenheiro a gerente, foi gerente de Engenharia do Porto Norte, gerente de Confiabilidade e Monitoramento e gerente de Integridade Estrutural do Corredor Norte. Foi gerente geral de Operação e Manutenção do Terminal de Grãos Ponta da Montanha e liderou a engenharia de confiabilidade da ArcelorMittal na Libéria. Hoje é gerente regional da MAKRO Engenharia no Maranhão e sócio da Norte Gestão e Desenvolvimento, além de professor de pós graduação em Engenharia de Manutenção.

+26 anoscomo executivo e gestor de processos e pessoas 14 anos de Valede engenheiro a gerente InternacionalArcelorMittal na Libéria
Lean

Ambev, Coca Cola e Alcoa

Base em produtividade e Seis Sigma na Ambev, padrões de manutenção classe mundial na Coca Cola e coordenação do sistema de gestão da Alcoa.

Portos

Porto Norte e TGPM

Gerente de Engenharia do Porto Norte da Vale e gerente geral de Operação e Manutenção de terminal de grãos, com centro de controle operacional.

Confiabilidade

Alcoa e Vale

Engenheiro de confiabilidade na Alcoa; na Vale, liderou confiabilidade e monitoramento, integridade estrutural e gestão de componentes.

Internacional

Libéria

Chief Reliability Engineering da ArcelorMittal, à frente de confiabilidade, CMMS, gestão de ativos e manutenção preditiva no país.

FormaçãoEngenharia · Fundação Getulio Vargas · Base Lean e Seis Sigma · Professor de pós graduação em Engenharia de Manutenção

Por que “ELO”

A operação quebra no elo mais fraco. O índice do programa leva o nome dos três elos que o Lean Thinking liga: Engenharia de confiabilidade, Lean e liderança, e Organização de processos. Quando um deles fica solto, a corrente rompe, e quase sempre na passagem de uma área para a outra.

Engenharia de confiabilidade e análise de falhas Gestão de ativos e manutenção preditiva Lean, melhoria contínua e sistemas de gestão Operação e manutenção de portos, mineração e siderurgia Formação de líderes e sucessores
O instrumento

Três elos, seis pilares, e o Índice ELO mostra exatamente onde a corrente rompe.

Seis pilares recebem nota de 0 a 5, sempre com evidência: um documento, um indicador, uma decisão registrada. Sem evidência, a nota não vale. A primeira medição acontece no Encontro 1, a reauditoria no Encontro 8 e a conferência final no checkpoint de 60 dias, e a diferença entre elas é o resultado do programa, verificado em vez de presumido.

EEngenharia de Confiabilidade — ativos e riscos; falhas e estratégia de manutenção
LLean e Liderança — fluxo e perdas entre áreas; líderes e sucessores
OOrganização de Processos — processos e interfaces; sistema de gestão de ativos
Em qual destes estágios está a sua operação hoje?

1 · Reativo

A falha decide a agenda, e cada área apaga o próprio incêndio.

Quero minha conversa de diagnóstico →
Como funciona

Quatro fases, oito ciclos, e cada encontro fecha com decisão, execução e revisão.

Cada encontro individual e on line, de 1h30 a 2h, é preparado sobre os dados, os processos e os indicadores que você envia antes, e fecha com um plano de ação; o seguinte abre pela revisão do que foi feito. Os ciclos duram 15 ou 21 dias, conforme a sua agenda. Na Trilha Empresa, o método é aplicado à planta ou à operação inteira, com engenharia, operação e manutenção na mesa; na Trilha Executivo, à área que você lidera. A trilha é definida no Encontro 1, pelo diagnóstico.

Fase 1Diagnóstico e riscosencontros 1 e 2▾

Medir, achar o elo fraco e saber o que não pode parar. O primeiro encontro aplica o ELO em todos os pilares, mapeia os silos, as interfaces sem dono onde as decisões ficam entre as áreas, e define a trilha. O segundo classifica os ativos críticos por critérios de segurança, meio ambiente, produção e custo e dá dono a cada risco relevante, com a decisão de eliminar, mitigar ou aceitar sempre por escrito. A engenharia vem primeiro porque, sem saber o que é crítico, Lean vira arrumação e processo vira papel.

Referências do ciclo · Empresa: Diagnóstico ELO e Mapa dos Silos e Riscos sem Dono · Matriz de Criticidade e Matriz de Riscos dos Ativos Críticos

Referências do ciclo · Executivo: Diagnóstico ELO da área e Inventário de Competências · Criticidade dos Ativos da Área e Riscos com Dono

Fase 2Falhas e perdasencontros 3 e 4▾

Fazer a falha virar aprendizado e a perda deixar de ser invisível. O terceiro encontro define os gatilhos que obrigam uma análise, leva uma falha real até a causa raiz e alinha a estratégia de manutenção, corretiva, preventiva ou preditiva, à criticidade de cada ativo. O quarto aplica os desperdícios do Lean à operação e à manutenção, desenha o fluxo de valor entre as três áreas e ataca a maior perda de interface com um Kaizen registrado em A3, a linguagem comum entre as áreas.

Referências do ciclo · Empresa: Fluxo de Análise de Falhas e Estratégia de Manutenção dos Ativos Críticos · Mapa do Fluxo de Valor entre Áreas e Kaizen em Interface Crítica

Referências do ciclo · Executivo: Análise de Causa Raiz de uma Falha Real e Estratégia de Manutenção da Área · Mapa de Perdas da Área e Caso de Melhoria

Fase 3Líderes e processosencontros 5 e 6▾

Garantir quem sustenta o método e como o trabalho passa entre as áreas. O quinto encontro instala a rotina do líder, com gemba, ritos e verificação do padrão, e define sucessores para as posições críticas antes de escrever os processos, porque serão eles que vão rodá los. O sexto escreve os processos chave, como PCM, paradas, gestão de mudanças e passagem de turno, e formaliza o que cada área entrega à outra, para quem e em que prazo.

Referências do ciclo · Empresa: Rotina do Líder e Mapa de Sucessão das Posições Críticas · Processos Chave Padronizados e Matriz de Responsabilidades entre Áreas

Referências do ciclo · Executivo: Perfil e Rotina de Liderança e Plano de Sucessão da Equipe · Padrão de Gestão da Área e Acordos de Interface

Fase 4Sistema e roadmapencontros 7 e 8▾

Juntar os elos e transformar a jornada em plano. O sétimo encontro reúne tudo num sistema de gestão de ativos, com a ISO 55000 como referência aplicada ao porte da operação, um painel comum de indicadores como disponibilidade, MTBF, MTTR, backlog, custo por ativo e aderência ao plano, ritos diário, semanal e mensal e um comitê de confiabilidade e riscos. O oitavo reaudita o ELO, mostra o que ainda depende de você e fecha um roadmap de doze meses com iniciativas que têm dono, prazo e indicador.

Referências do ciclo · Empresa: Desenho do Sistema de Gestão de Ativos e Painel e Comitê de Confiabilidade e Riscos · Reauditoria ELO e Roadmap anual

Referências do ciclo · Executivo: Painel e Ritos da Área e Proposta para Diretoria ou Comitê · Reauditoria ELO e Roadmap anual da área e da carreira

Sala de Controle

No oitavo encontro, Pablo abre de ponta a ponta decisões reais de porto, mineração, siderurgia e operação internacional.

Com a pressão do momento e os erros que ensinaram. Não como história de carreira, e sim como material de decisão para o contexto de quem está sendo mentorado.

Checkpoint 60 dias depois

A jornada não termina no oitavo encontro. Dois meses depois, o checkpoint reaplica o ELO como uma conferência de resultados e confirmação de rota: revisa o roadmap, verifica o que foi feito, aponta o que travou e confirma as prioridades dos doze meses seguintes. Não é um novo encontro, e sim o momento em que você descobre se a corrente continuou fechada depois do fim do acompanhamento.

Entregáveis e resultados

Resultados verificados pilar a pilar, construídos sobre a sua operação.

As ferramentas, os planos e os materiais citados ao longo desta página são referências que serão utilizadas durante a mentoria de acordo com a necessidade real de cada empresa ou mentorado. O que se acompanha ao longo da jornada é a evolução em cada pilar do ELO, sempre com evidência:

Pilar E1

Ativos e Riscos

Ativos críticos definidos por critério escrito e cada risco alto com dono, ação e prazo.

Pilar E2

Falhas e Estratégia de Manutenção

Falhas relevantes analisadas até a causa raiz, com bloqueio, e estratégia de manutenção definida pela criticidade de cada ativo.

Pilar L1

Fluxo e Perdas entre Áreas

Fluxo entre engenharia, operação e manutenção mapeado, perdas de interface priorizadas e melhoria contínua rodando em A3.

Pilar L2

Líderes e Sucessores

Rotina do líder em calendário e sucessor ou plano de formação para cada posição crítica.

Pilar O1

Processos e Interfaces

Processos chave escritos e cada interface entre as áreas com responsável, entrega e prazo.

Pilar O2

Sistema de Gestão de Ativos

Painel comum, ritos e comitê funcionando, com cada indicador com dono, frequência e meta.

Como o seu progresso é medido: sempre iniciamos o próximo encontro com a verificação das ações e análises do anterior, em uma conversa franca e direcionada à análise real dos resultados alcançados e dos que ainda precisamos conquistar ao longo da jornada da mentoria.

O acordo

O encontro dá a direção, e o ciclo executa.

O que a mentoria entrega
  • 8 encontros on line conduzidos sobre a sua realidade
  • Devolutiva escrita em material de cada um dos encontros do ciclo
  • Suporte entre os encontros para destravar a execução
  • Modelos e matrizes de apoio a cada pilar
  • Casos reais de porto, mineração e siderurgia
  • Trilha personalizada para a empresa ou para o executivo
  • Checkpoint 60 dias após o encerramento, para conferência de resultados e confirmação de rota
O que você assume
  • Presença nos oito encontros
  • Execução do plano dentro de cada ciclo
  • Dados reais na mesa, inclusive os ruins
  • Acesso às áreas parceiras quando o pilar exigir
  • Nenhum ciclo avança com o pilar anterior em aberto
🔒

Dados de ativos, falhas, indicadores, avaliações de pessoas e informações de negócio são tratados sob sigilo, e nada é usado como exemplo ou material comercial sem a sua autorização por escrito.

Para quem é

Para quem trabalha em silos e paga por isso na falha.

O programa foi desenhado para áreas de engenharia, operações e manutenção com silos de gestão e dificuldade no gerenciamento de riscos, e para quem responde por elas: gerentes e diretores de manutenção, de engenharia e confiabilidade e de operações, coordenadores e supervisores em ascensão, empresários da indústria, gestores de ativos e de planta e líderes de SESMT e de projetos, nos setores de mineração, siderurgia, portos e terminais, logística, indústria de processo, energia, óleo e gás e infraestrutura.

É para você se
  • Você responde por ativos, pessoas ou processos e sabe que a operação depende demais de esforço e de poucas pessoas.
  • Você quer método, e não mais um programa.
  • Você está disposto a pôr as três áreas na mesma mesa e a expor os números ruins.
  • Você consegue dar acesso a dados de ativos, falhas, indicadores e equipe quando o pilar exigir.
Não é para você se
  • Você procura um curso gravado ou um treinamento genérico de Lean.
  • Você quer implantar um software de manutenção.
  • Você espera uma consultoria que entrega o diagnóstico e vai embora.
  • Você busca uma certificação ou um preparatório para norma.
Próximo passo

Antes de reforçar a corrente, é preciso achar o elo mais fraco.

01

Formulário

Você conta em poucos minutos o seu momento, as suas áreas e onde a operação mais trava.

02

Conversa de diagnóstico

Leitura do contexto, das áreas e do elo mais fraco, para entender se o programa faz sentido para você agora.

03

Definição da trilha

Empresa ou Executivo, pelo diagnóstico.

04

Início do Ciclo 1

Aplicação do ELO e mapa dos silos.

Você não precisa chegar à conversa sabendo onde está o elo mais fraco. Encontrá lo é justamente o primeiro trabalho do programa.

Perguntas frequentes

O que costuma travar a decisão, respondido.

Preciso trabalhar em mineração, porto ou siderurgia? ▾
Não. Os casos do Pablo vêm de porto, mineração e siderurgia, e o programa foi desenhado também para logística, indústria de processo, energia, óleo e gás e infraestrutura: onde engenharia, operação e manutenção precisam funcionar juntas, os três elos se aplicam.
Qual a diferença entre a Trilha Empresa e a Trilha Executivo? ▾
É o mesmo método com dois campos de aplicação. A Trilha Empresa aplica o ELO à planta ou à operação inteira, com engenharia, operação e manutenção na mesa. A Trilha Executivo aplica à área que você lidera: você transforma a própria área e, com ela, a performance da empresa. A trilha é definida no primeiro encontro, pelo diagnóstico.
O que é Lean Thinking e como ele entra no programa? ▾
Lean Thinking, ou Pensamento Enxuto, é a filosofia de gestão nascida do Sistema Toyota de Produção que maximiza o valor entregue ao cliente eliminando desperdícios. Nesta mentoria, é a lente que liga os três elos: na operação, valor é ativo disponível, seguro e confiável, e a perda costuma morar nas interfaces entre engenharia, operação e manutenção.
O programa implanta um software de manutenção? ▾
Não. O trabalho é sobre critério, processo e pessoas. O CMMS entra quando o pilar pede dados confiáveis para o plano de manutenção, mas implantar software não faz parte do programa.
Vou precisar compartilhar dados da operação? ▾
Sim. Os pilares pedem acesso a dados de ativos, falhas, indicadores e equipe, e tudo é tratado sob sigilo. Se a sua empresa tiver regras de confidencialidade, isso é conversado já na conversa de diagnóstico.
E se um pilar não fechar no prazo? ▾
O ciclo seguinte abre com ele em pauta. Nenhum ciclo é concluído sem o critério de conclusão atendido, e é essa regra que impede o programa de virar uma sequência de planos inacabados.
O programa garante resultado? ▾
Não existe promessa de resultado garantido. O que existe é medição: o ELO no primeiro encontro, no oitavo e no checkpoint de 60 dias, comparado pilar a pilar e sempre com evidência, além do painel de indicadores da operação comparado entre a linha de base e o fechamento.
Os encontros são on line? ▾
Sim, individuais e on line, e presenciais quando você e o Pablo combinarem. Cada encontro é preparado sobre os dados, os processos e os indicadores que você envia antes.
Conversa de diagnóstico

Comece pelo Diagnóstico ELO

Uma conversa inicial para entender o seu momento, identificar o elo mais fraco e definir a trilha. As suas respostas ajudam o Pablo a chegar à conversa já entendendo o seu cenário.

Etapa 1 · Contato
Informe seu nome.
E mail válido.
Informe seu WhatsApp.
Etapa 2 · Seu cenário
Selecione.
Informe o setor.
Informe o tamanho da equipe.
Etapa 3 · Momento
Selecione.
Selecione.
Etapa 4 · O elo mais fraco
Selecione.
É necessário confirmar para prosseguir.

Usamos as suas informações apenas para preparar a conversa de diagnóstico, conforme a LGPD e a nossa Política de Privacidade.

Recebemos o seu cenário. Em até 24 horas, a equipe da BID2B chama você no WhatsApp para marcar a conversa de diagnóstico com o Pablo. Até lá, vale pensar numa pergunta: na última falha relevante da sua operação, quem era o dono do risco?
Quero minha conversa de diagnóstico